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O poder de autodestruir: Como seria a 4 guerra mundial.

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Como seria a 4 guerra mundial
Somos de paz e não a favor da guerra, mas e se acontece ?

A quarta guerra mundial é uma realidade distante ou alho mais perto de acontecer do que gostamos de imaginar?

Grandes potências econômicas e políticas estão em tensão constante, é verdade.Qual será a próxima discórdia? O próximo a atacar.

Líderes mundiais entram em divergências constantes e não parecem preocupados no impacto que determinados posicionamentos podem causar.

Muito menos em fazer ameaças constantes aos países que não são aliados e colocar o mundo inteiro em estado de alerta.

Na era das armas gigantes e exércitos sem medo se usá-las, a pergunta é: Como seria uma guerra mundial nos dias de hoje?

O poder do homem de se autodestruir.

E mais de uma vez. De mais de uma forma.A primeira e a segunda guerras mundiais devastaram diversos dos países envolvidos.Isso há muitas décadas atrás, quando o armamento e os recursos não eram tão avançados quanto são hoje.

Como seria a quarta guerra mundial?

A quantidade de poderio nuclear de diversos países não deixa espaço para outros termos: catastrófica.

As ambições políticas e econômicas do homem não permitiriam que destruir parte do mundo duas vezes fosse suficiente.Irã e Estados Unidos vem sendo o retrato dessa tensão entre potências, ultimamente.

Após forças americanas assassinarem o general Qasem Soleimani, uma das figuras iranianas mais emblemáticas e importantes, a população despertou.

Se voltaram contra o presidente americano. Os líderes do país prometeram uma resposta à altura.

Tudo vem se tornando uma grande bola de neve, desde então -ameaças, ataques, exércitos em estado de alerta e bases militares sob risco.

Há o temor de que esse seja o novo gatilho para outra batalha de nível universal, como as que ocorreram há décadas atrás.

Países se aliando, invadindo, atacando, se protegendo, disputando qual arma nuclear consegue destruir mais.

E pessoas morrendo, no meio disso. Catástrofe.

Conclusão:

A preocupação do homem em destruir o ‘inimigo’ e se autodestruir parece maior do que o desejo de tentar coexistir em harmonia.

Sabemos que, enquanto houver algo a ser disputado, haverá disputa.

Dinheiro, petróleo, território, aliados em potencial, domínio no mercado econômico internacional, soberania diante das outras nações.

Disputa por interesses, pelas atenções, por quem possui o maior arsenal tecnológico.

Enquanto existirem divergências, haverá um gatilho pronto,

Enquanto os grandes líderes preferirem atacar, ao invés de recuar e priorizar um acordo de paz, haverá a possibilidade de esse gatilho ser puxado.

Enquanto existir ambição, haverá a ameaça de guerra.